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Prazos de adequação para edificações e áreas de risco de incêndio

Prazos de Adequação
Prazos de Adequação

O Departamento de Segurança e Prevenção Contra Incêndios do CBMRS divulgou os prazos de adequação para edificações e áreas de risco de incêndio existentes não licenciadas.

Até 26 de março de 2020: instalar as medidas de segurança contra incêndio de: Extintores de Incêndio, Sinalização de Emergência e Treinamento de Pessoal, conforme as normas do CBMRS.

Até 27 de dezembro de 2021: protocolar no CBMRS o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio – PPCI adequado a Lei Complementar n.º 14.376/2013 e sua regulamentação.

02 anos após a aprovação do PPCI: instalar as medidas de segurança contra incêndio aprovadas no Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio – PPCI e obterem o Alvará de Prevenção e Proteção Contra Incêndio, não podendo ultrapassar a data de 27 de dezembro de 2023.

Fonte: https://bombeiros.rs.gov.br/prazos-de-adequacao-para-edificacoes-e-areas-de-risco-de-incendio-existentes-nao-licenciadas

Incêndio em ambientes hospitalares

o que pode ser feito para minimizar riscos e proteger vidas

Segundo a Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar, só em 2019 o Brasil registrou 32 incêndios de grandes proporções em unidades hospitalares

O ambiente hospitalar é um dos poucos lugares onde existem os mais variados riscos. Lá, é possível encontrar riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes, sendo necessária toda a precaução possível. No entanto, além dos perigos já pré-existentes, é necessário o cuidado em dobro com manutenção predial e instalação de equipamentos de prevenção contra incêndios e outras emergências.

Em tempos de pandemia, o nível de ocupação desses locais chega quase ao seu ponto máximo, podendo até sobrecarregar um sistema que não está preparado. Neste ano, aconteceram exemplos de casos no Amapá, Ceará, Paraíba e, mais recentemente, em Brasília.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Sprinklers (ABSpk), Felipe Melo, especialista em medidas de proteção contra incêndios e emergências, motivos ligados à rede elétrica é uma das causas mais comuns nas ocorrências. “Além de problemas com soldas de ar-condicionado, é comum vermos casos envolvendo coifa de cozinha, devido a acúmulos em dutos de ventilação ou até mesmo em fritadeiras”, explicou. Por isso, a atenção deve ser redobrada.

“Uma das medidas de segurança que pode ajudar muito nesses momentos são rotas de fuga nos hospitais, que ajudam em uma evacuação mais rápida, e a adoção de chuveiros automáticos, chamados de sprinklers, que controlam o incêndio logo no início e inibem a formação de fumaça tóxica, dando tempo e visibilidade para a evacuação do espaço, minimizando os riscos”, aconselhou.

Além disso, os projetos arquitetônicos hospitalares atuais devem levar em consideração as normas de emergência, visando à aprovação da estrutura perante órgãos reguladores. Para prevenir incêndios de forma eficiente, é necessário ter um planejamento mais detalhado, que considere receber apoio de engenheiros com maior vivência de segurança contra incêndios desde o início, estabelecendo opções de proteção em casos de ocupantes com pouca ou nenhuma opção de mobilidade. 

Em 2014, a Anvisa lançou o manual de segurança contra incêndio em hospitais e afirma que incêndios de diversas magnitudes em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde no Brasil podem representar 3.200 ocorrências ao ano, ou cerca de 270 incêndios ao mês.

É fato que a ocorrência de incêndios se dão por fatores diversos, muitas vezes difíceis de se prever. Mas, ao seguir corretamente as orientações dos órgãos competentes e investindo em instalação e manutenção dos equipamentos é possível realizar a preservação de vidas e de patrimônios.

fonte:https://www.jornalosemanario.com.br/newsdino/?title=incendio-em-ambientes-hospitalares-o-que-pode-ser-feito-para-minimizar-riscos-e-proteger-vidas&releaseId=247464&partnerid=2985&

Bombeiros utilizam simuladores de incêndio durante treinamento

Capacitação reúne instrutores para aprimorar o manuseio de equipamento especial adquirido neste ano pela corporação

Nesta semana, 12 bombeiros militares que atuam como instrutores de combate a incêndio urbano iniciaram o treinamento operacional Live Fire Training. A atualização tem duração de duas semanas, com carga horária de 100 horas/aula. A corporação recebeu ainda a certificação internacional dos instrutores da National Fire Protection Association (NFPA), organização global sem fins lucrativos líder na criação de padrões de segurança contra incêndio.

Esta é a segunda capacitação realizada pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) desde a aquisição do Sistema de Simuladores de Desenvolvimento de Incêndios, em fevereiro deste ano.

Treinamentos suspensos

“Assim que o simulador foi instalado, todos os treinamentos foram suspensos por conta da pandemia”, conta o comandante do Centro de Treinamento Operacional (Cetop), major Paulo Fernando Leal. “Desde então, realizamos apenas uma capacitação para seis militares, em junho deste ano, seguindo todas as medidas de segurança para evitar o contágio pelo novo coronavírus. Seguimos com os mesmos protocolos nesta capacitação. Como a maior parte da instrução é prática e ao ar livre, fica ainda mais seguro para instrutores e alunos.”

Ao todo, são seis modelos com oito estações de treinamento para aperfeiçoamento das habilidades de combate a incêndio, com sensores para controle de temperaturas, chaminés para alívio dos gases quentes e isolamento interno, o que permite menor uso de material combustível.

“Além da economia de combustível, é possível que os alunos, que são também instrutores de cursos da corporação, aprendam a manusear os equipamentos e vivenciem situações comparadas a uma situação real”, ressalta o comandante.

Teoria e práticas

A atualização, que termina em 2 de outubro, inclui disciplinas, em sua maioria práticas, como procedimentos de descontaminação grossa – técnica utilizada para remoção de agentes, para evitar a contaminação do militar durante o combate a incêndio –, cálculo de vazão – aumento ou redução de esguichos de água –  e jatos para a aplicação de agentes extintores, entre outros conhecimentos técnicos atuais.

“Essas são práticas extremamente necessárias, já desenvolvidas em combate a incêndios urbanos, mas não era possível realizar treinamentos tão reais por falta dos elementos de segurança e controle de atmosfera que hoje integram os simuladores”, esclarece Leal.

Atualização

Atuante em combate a incêndios urbanos desde 2014, o terceiro sargento Daniel Inácio avalia o curso como uma oportunidade de atualização de técnicas e procedimentos. “Estamos realizando treinamento com os equipamentos mais avançados nesta área, tendo acesso ao que é internacionalmente utilizado”, explica. “Apesar de exaustivo, pois são dez horas de treinamento diário, é uma experiência maravilhosa. É um privilégio participar”.

Dois bombeiros do Paraná estão participando da capacitação junto ao CBMDF – o major Eduardo José Slomp, chefe do Centro de Ensino do Corpo de Bombeiros do Paraná, e o capitão Renan Bortolassi, comandante da Seção Operacional do 2° Grupamento, que fica na cidade de Ponta Grossa.

“Já somos instrutores de combate a incêndio em nosso estado, e essa atualização é importante para termos acesso ao que existe de mais avançado na área atualmente, e também para conhecermos melhor o equipamento, pois estamos estudando adquirir um desses para o nosso centro de treinamento”, conta Slomp. “Além disso, vamos repassar o que foi aprendido aos bombeiros da nossa corporação”.

* Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP)

Fonte: https://agenciabrasilia.df.gov.br/2020/09/24/bombeiros-utilizam-simuladores-de-incendio-durante-treinamento/

A importância das brigadas de emergência de incêndio

Normalmente, as brigadas de incêndio são um grupo organizado de pessoas preferencialmente voluntárias ou indicadas, treinadas e capacitadas para atuar na prevenção e no combate ao princípio de incêndio, abandono de área e primeiros socorros, dentro de uma área preestabelecida na planta. Os objetivos primordiais da segurança contra incêndio são minimizar o risco à vida humana e reduzir as perdas patrimoniais. Os incêndios podem envolver uma variedade das substâncias e perigos, a presença e a severidade dessas circunstâncias definirão a gravidade da emergência. Os incêndios têm sido sempre uma ameaça destrutiva para pessoas e patrimônios. Por ser difícil prever com exatidão quando irá ocorrer um incêndio e, uma vez iniciado qual será o seu alcance. No entanto, por meio do conhecimento científico da dinâmica do fogo, pode-se determinar os métodos mais adequados para controlar os perigos dos incêndios e explosões. O combate a incêndios estruturais devido à sua complexidade e consequências, requer especial atenção por parte dos serviços das pessoas em todo o mundo. Como um processo, o fogo pode assumir muitas formas, que envolvem reações químicas entre substâncias combustíveis e o oxigênio do ar. O fogo quando aproveitado corretamente fornece grandes benefícios que podem suprir as necessidades industriais e domésticas, mas, quando descontrolado, pode causar danos materiais e sofrimento humano. É fundamental conhecer os requisitos e os procedimentos para composição, treinamento e atividades das brigadas de emergência de incêndio, para proteger a vida e o patrimônio, bem como para reduzir as consequências sociais e os danos ao meio ambiente.

O combate a um incêndio é um assunto um pouco mais complexo do que possa parecer, pois, à primeira vista, imagina-se que isso envolve os equipamentos de combate a incêndio fixados nas edificações ou os operacionais usados pelo corpo de bombeiros. Contudo, esta é apenas uma parte de um sistema, é necessário o conhecimento e o treinamento especifico, identificando e operando corretamente os equipamentos de combate a incêndio, bem como agir com calma e racionalidade sempre que houver início de fogo, extinguindo-o.

O efetivo controle e extinção de um incêndio requer um entendimento da natureza química e física do fogo, isto inclui informações sobre fontes de calor, composição e características dos combustíveis e as condições necessárias para combustão. A combustão é uma reação química de oxidação, autossustentável, com liberação de luz, calor, fumaça e gases. Para efeito didático, adota se o tetraedro (quatro fases) para exemplificar e explicar a combustão, atribuindo se a cada fase os elementos essenciais da combustão.

Dessa forma, uma brigada de incêndio bem treinada pode ajudar a definir os caminhos que o fogo pode tomar. Pela sua rapidez de intervenção na primeira fase do incêndio, poderá conter as chamas que em segunda instância poderiam gerar graves consequências. Somente ela conhece realmente as instalações, perigos específicos e meios de extinção de que a empresa dispõe, e sabe como proceder…

Fonte: https://revistaadnormas.com.br/2020/04/28/a-importancia-das-brigadas-de-emergencia-de-incendio

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